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Meu perfil BRASIL, Sudeste, SAO JOSE DOS CAMPOS, VILA ADY ANA, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Música, Informática e Internet, Livros ICQ - 105830178 |
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Quem for fã pode descobrir q personagem é também. Vale a pena, é bem simples e bacana! Meu namorado lindo é o Marcellus. Tudo de bom, né?
O link é http://www.pyrrha.org/pulp/.
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You're a hardworking individual enshrouded by an overwhelming sense of mystery, beauty, and intrigue. Though always on the go, you keep focused, helping -- often rapturing -- those you meet. Take the What Pulp Fiction Character Are You? quiz. |
See ya next post...

Esse ano tive uma ressaca horrível de ano novo. Não que o meu 2004 tenha sido ruim, porque, definitivamente, foi, no mínimo, o ano que eu redescobri a capacidade de amar, mas eu vi uma coisa que me deixou bem mal.
Conheci muitas pessoas diferentes no final do ano, e em uma delas eu me reconheci. Nada muito nobre, eu garanto, mas tocante. Do mesmo jeito que eu fui enganada ela também foi. A mesma dor de ver tudo o que você construiu cair, ela também sentiu. Ter que reccomeçar sua vida do zero, ela também teve. Mas o pior de tudo foi reconhecer que o erro também foi nosso, que foi por nossa culpa que as coisas caminharam desse jeito.
Tudo que acontece tem um porquê. Não precisamos merecer nem desejar, mas sempre há um bom motivo. Eu sei e entendo porque fiz o que fiz, porque aceitei ser enganada. Eu estava carente, eu precisava de um substituto, eu queria algo subversivo e emocionante. Mas ela ainda não vê, e essa fase é a pior de todas. Porque por mais que você se esforçe, pense e discuta com você mesmo, todas as conclusões são vãs. A banalidade dos acontecimentos e a agressividade das mentiras são armas que ferem de um jeito que nunca sara de verdade.
Eu já me recuperei, e sei que apesar de difícil passa, mas meu medo é que a dela não passe. Ela tem um motivo pra não deixar passar. E é um motivo que nada tem a ver com o desejo de fazer sumir ou o desejo de fazer ficar... ela vai precisar ser forte para conseguir resolver tudo isso. Ela vai precisar de muita coragem pra tomar as decisões que serão necessárias.
Tomara que ela consiga. Desejo sinceramente que as coisas pra ela um dia sejam como são pra mim hoje. Só uma lembrança ruim de um passado desagradável. Por isso tive ressaca. Tive medo de estar no lugar dela de alguma forma. Eu não tneho nada que me ligue àquilo, mas às vezes quando penso nisso tudo, meu orgulho ainda sente uma dorzinha.
2005 vai precisar de muita força memso! Mas vai dar tudo certo. Keep rockin' babies. See ya next post! ^^*
Bem, vamos lá nós de novo. Escrever sobre o que achamos das coisas, registrar nossas impressões. Tentar entender o que passa a toda hora nas nossas cabeças. Racionalizar o sentir. Mas pra quê? Sentir não ultrapassa todo entendimento? Não falávamos disso ontem mesmo?
Eu não consigo entender, mas solucionei o problema dos móveis. O segredo estava nas gavetas. Eu guardo tudo. Mantenho tudo comigo, arquivado, enfileirado na memória. Cada coisa em seu lugar, pra que eu fique confortável em saber que ela esta ali. às vezes eu nunca mais vou usar, mas às vezes me faz lembrar de sentimentos que eu nunca mais tive.
Ontem à noite eu sonhei com meu avô. Estávamos muito fleizes e eu sei que passei por aquela fase ruim. Estávamos todos juntos e ríamos muito. Nada específico, só a felicidade de existir. Eu não sei o que acontece depois, mas tenho certeza que acontece. E ele vai estar lá, esperando por mim, pra gente matar a saudade e falar de muitas coisas que não precisarão ser ditas, mas que faremos questão de lembrar.
Ele também é algo que eu ainda não consegui entender. Me faz rir, me dá vontade até de chorar de fleicidade. Quero que ele esteja comigo. Preciso ver ele sorrir todos os dias. Não sei qual é o nome de cada uma dessas coisas, mas o conjunto da obra é amor, certamente é amor. Eu fico pensando, perdida no tempo, toda boba, em como vamos estar daqui alguns anos. Não sei de nada, mas quero estar com ele.
Mas é só isso... divagações sobre o mesmo tema. Nada aparentemente relacionado, mas tudo meu. See ya next post...
Não, não, não me sinto com o coração gelado. Talvez com um leve resfriado, uma pequena pontinha que está meio fria e eu sei o porquê. Recebi um texto hoje de um amigo que insiste em manter segredos existenciais sobre tudo. Nunca conta o que sente, não fala das bobeiras que sente, muito menos dos sentimentos nobres que brotam das situações banais.
Eu entendo que ele tente manter distância do que dói, mas isso me preocupa. Muito mais do que deveria realmente. Tentei explicar várias vezes que o coração gela. Mas acho que ele nunca entendeu. Tentei dizer que se a gente não nutre o que sente, aquilo morre. Tentei deixar claro que a gente é o que sente, mas nem sempre sente o que é. Nada adiantou. Quem sabe agora ele entenda.
O que dói nunca dói em vão, tem um motivo, sempre tem. Se dói, entenda a dor. Não se afaste dela. Não foge, não esconde. Ela está ali e não vai sumir só porque você não quer olhar pra ela. Muito menos vai deixar marcas menores porque você tentou não sentir tanto. Só viva. E seja grande o suficiente pra saber quando pedir ajuda, ou simplesmente aceitá-la. Porque é lindo poder contar com mais alguém. Mesmo que ninguém pareça entender o que você está dizendo, amigos estão no mundo para escutá-lo quando você precisar.
Se você está feliz e coisas boas estão acontecendo melhor ainda! Tem muita gente que fica feliz em saber do seu sucesso. E se você não alimentar sua felicidade ou aquela sua pequena vitória, ela nunca vai ser grande. Ela pode até sumir, no meio de tantas outras coisas que atravessam seu caminho tods os dias. Mas ela era a mais importante. É praquele sentimentozinho que te fez cantar de manhã que você tinha que dar atenção. Era ele que era a boa notícia do dia. Mas você se esqueceu, só porque pareceu não ter importância. Ou poruqe era bobo. Você poderia memso pensar " isso é uma coisa que a Marina faria", mas e daí?
Pára de se policiar pra manter uma imagem que só você entende. Para de sentir dor sozinho. Para de ficar feliz sozinho. Fala das coisas como você as sente, porque a vida é curta e no final você vai ter um monte de arrependimentos. Arrependimentos dos piores, que são aqueles das coisas que você não fez. Sua cabeça vai ter um monte de "e se" e sua história vai estar incompleta. Não deixa seu coração gelar, ok?
See ya next post ok? ^^*
Ultimamente eu ando meio perdida. Eu não consigo mais me encontrar nos diferentes departamentos da minha vida como antes. Agora as coisas estão se confundindo, se misturando, se deixando juntar aleatoriamente e eu não consigo mais sentir que estou no controle da minha vida.
Não que eu esteja triste, porque há algum tempo eu ando cantando sozinha na rua e bem menos mal humorada pela manhã. Mas é que é tudo diferente agora e eu preciso me adaptar rapidamente para evitar sofrimentos futuros.
E é essa minha preocupação que é estranha. Eu sempre me preparo para o pior, mas nunca me preparo para o melhor. Estou esperando o melhor e não quero que nada ruim aconteça. E agora é assim que eu estou me sentindo. Preparada para o melhor. Assustador não?
Mas assustadoramente bom. Estou feliz como não ficava há tempos. E estou sentindo as coisas que acontecem estão mais lindas que nunca! Claro que eu tenho que me policiar, mas estou tão boba que não vejo mal em viver meu mundinho cor-de-rosa por um tempo.
Hoje estou me sentindo linda, mesmo com espinhas; me sentindo feliz, mesmo de TPM; me sentindo completa, mesmo com ele longe; me sentindo feliz, mesmo sem motivos específicos. Perece que é de verdade...

(Esse post é pra todo mundo que ama, já amou ou que quer amar, porque é a melhor coisa do mundo. Mesmo quando dói um pouquinho! ^^*)
Eu andei visitando uns blogs ae e vi que todo mundo coloca foto. Então, pra eu não ficar de fora resolvi colocar uma foto fofa minha e do André. Quem visitou o fotolog viu, mas eu faço questão de publicá-la de novo. Porque ele que tem me feito fleiz nesses últimos tempos e é por causa dele que eu tneho vontade de cantar o dia todo! ^^ pode ser piegas, mas eu nem ligo! Aliás, to tão fleiz que não estou nem aí! ^^*

See ya next post babies. ^^*
Continuando meus textos... Tudo bem, não vai ser torturante... Segundo das minhas aventuras em Sp e nos show das bandas que eu gosto de ir assistir. Semana que vem tem um outro ok??? E não esqueçam que continua no próximo post ein?
COLUNA HC
Data: setembro/2003
Local: Hangar 110
São Paulo - SP - Brasil
Bandas: Dance of Days + Thee Butchers Orchestra + bandas
Por Little Mary
Quando eu cheguei no final do mês passado na porta do Hangar, quase me desesperei. Meu Deus! Como eu ia entrar naquele lugar? Parecia portaria de estádio em dia de show de banda gringa. Muita gente na porta, e não me espantaria se eu começasse a contar e perdesse as contas na casa dos mil e poucos. Mas era só o Dance of Days.
A fila de antecipados era impressionante. Não dava pra ver o final. E a de quem não tinha comprado ainda tava se tornado algo indescritível, ou melhor, dava pra explicar, era o caos. O pessoal até que tentou respeitar, mas quando eu soube que só iam vender ingressos depois que aquela interminável fila de antecipados entrasse, fingi que não era comigo e fui furar a fila.
Colei na porta e me espremi o máximo que pude contra aquela massa de punk rockers acompanhados de suas garotas. Fiz amizade com uns babies, e já descolei lugar pra mais dois que estavam comigo. Se eu levantasse as mãos, não conseguiria abaixá-las novamente.
Acender um cigarro era missão quase impossível, se não fosse pela colaboração dos fumantes, já em crise de abstinência, ali também. De repente escutávamos "rodinha pra acender o cigarro", e eu era espremida de um jeito estranho a cada grito desses. E tinha o serviço de entrega de latas de cerveja que ajudávamos a passar pros que tinha pedido bebida.
E a maldita fila de antecipados nunca acabava. Foi então que chegou o segurança e deu a ordem "só entram essas três primeiras filas mais próximas da parede". E num momento de desespero, todos queriam ficar nas três filas.
Quase não dava pra respirar! Mas agora eu estava encostada na parede chapiscada. E a garota na minha frente quase chorando e reclamava: "não é justo, cheguei aqui à uma da tarde". Tive que conter as risadas.
Finalmente entramos. O ar era insuportavelmente quente e suado. Era impossível não esbarrar em ninguém e não tinha água nos banheiros, porque a Sabesp inventou manutenção dos reservatórios da região bem naquele dia. O que todo aquele povo, e eu, estávamos fazendo ali?
Não consigo me lembrar nem das bandas que tocaram. Ah, sim! Menção honrosa para Thee Butchers Orchestra, que tornou a noite muito mais agradável com suas duas guitarras! Logo, começaria o show do Dance of Days, que empolga qualquer um que esteja na platéia, mas estava tão quente que eu queria que a tortura acabasse logo. E acabou quando eles subiram ao palco, eu fiquei tão feliz, que nem acreditava.
Todas as garotas de cabelo chanel e faixinhas na cabeça empurraram os namorados lá pra frente e deram um pouquinho de espaço pra quem queria só assistir a banda. E tocam, uma, duas, três, dez músicas, e o sarcástico Nenê, porque ele só podia estar brincando, manda a bomba: "vocês estão cansados? Hoje tem vinte e cinco músicas no set list". Aí eu morri mesmo. Apoiei no ombro de alguém e pedi pra morrer.
Mas no final das contas foi maravilhoso. Impossível ficar parada num show de DoD. Ainda é um mistério para mim o que faz deles esse fenômeno que lotou o Hangar, assim como fez o Lagwagon em duas apresentações no Brasil alguns anos atrás. Talvez uma loja na galeria, talvez a mistura de palavras que pouca gente entende e um som levado com baladinhas e muita raiva no vocal. Não dá pra saber. Mas o fato é que todos amam, compram cd's, camisetas e afins. Pode ser só moda, e daqui alguns anos ninguém se lembre mais deles.
Mas um mérito precisa ser dado aos meninos, eles sabem como empolgar todo mundo que ta morrendo de calor pra cantar "Me leve às estrelas". E sabem ser gentis com todos que se aproximam. E mesmo que a galera old school torça o nariz, eles fazem com que os emo kids que lotam os shows escutem um som que não toca na rádio, e fortaleçam de alguma forma o movimento underground. Nada pode ser 100% ruim.
Depois das vinte e cinco músicas eu saí do Hangar ainda viva. Respirava com certa dificuldade e tive uma jaqueta roubada, mas nada que estragasse a noite na Vila Madalena que ainda ia começar.
Só pra eu não parecer uma má garota ao furar filas, um pequeno adendo. Tem um telefone público a uns 15 metros da porta do Hangar. Do telefone pra trás ninguém conseguiu mais comprar ingresso. E a fila dobrava a esquina, lá na avenida.
Keep rockin' babies. See ya ^^*
[]'s Little Mary
Para conhecer mais sobre as bandas dessa coluna, acesse:
Dance of Days - www.danceofdays.net
The Butchers Orchestra - www.theebutchersorchestra.blogger.com.br
Lagwagon - www.lagwagon.com
Hangar 110 – www.hangar110.com.br
See ya next post babies! ^^*
Essa é velha, mas eu acredito que valha a pena. Eu resolvi publicar aqui uns textos que fiz pro Alkaline um tempão atrás. E estou começando a me inspirar de novo. Acho q ia ser bacana se eu ouvisse umas opiniões mais recentes. Esse aí é meu estilo e queria saber o que vocês acham. Ah, e não esqueçam q continua no post de baixo, pq excedeu o limite de caracteres... OOps, parece até que me empolguei! rs... Keep rockin' babies. See ya next post ^^*
COLUNA HC: SK/Aditive Tour 2003
Data: 11/10/2003
Local: Hangar 110
São Paulo - SP - Brasil
Bandas: Lunática + NX!Zero + Killi + Sugar Kane + Aditive
Por Little Mary
rocks_little_mary@yahoo.com.br
Tarde de sábado fria, aquela famosa garoa paulistana molhando a roupa. Um ventinho que vinha assim, por baixo, cortando, e a correria pra chegar cedo ao Hangar 110, na Armênia. Os ingressos antecipados tinham se esgotado uma semana antes. Eu já sabia que teria que enfrentar aquela fila de mega evento de novo. Eu só conseguia pensar “tomara que alguém esteja na fila”. Desci do metrô e corri pra porta. E minha maior surpresa, não existia fila nenhuma. Já eram cinco e meia da tarde. E cadê aquele alvoroço de 15 dias antes?
Quem conhece o Hangar já está acostumado, fila com ingressos para a direita, sem ingresso, esquerda. Pra não dizer que não existia fila nenhuma, os antecipados já se organizavam para entrar. Como estava sozinha, precisava encontrar abrigo na companhia de alguém logo, ou minha espera se tornaria torturante. Encostei no projeto de fila da esquerda, na qual eu era a segunda felizarda, comecei a conversar e logo abriram a portaria. Com o ingresso na mão, esperamos até o show começar. Às seis e meia todo mundo já tinha se encontrado, e eu não estava mais sozinha. A porta do Hangar já fervia de punkers, lolitas do rock, emo boys, emo girls, fotologers e até algumas pessoas que não se encaixavam em nenhum desses rótulos. A fila para entrar agora era gigantesca e dali da porta era simplesmente impossível de enxergar o final. Claro que furamos fila e entramos quando a primeira banda já estava no meio do sua apresentação.
(Pra quem não conhece, esse aí é o Aditive. Foto roubada do Fotolog da banda)

Sim, nos submetemos a sacrifícios de mega evento, show com banda gringa ou sei lá, boate de algum famoso, mas era o segundo show da SK/ADTV Tour 2003. A turnê que começou um dia antes em Santos, lotou o Hangar na véspera do dia das crianças. Mas o público deixou bem claro que sabia a que tinha ido até lá. Todos as bandas foram muito bem recebidas e o público parecia estar com bateria recarregada para cada banda que subia ao palco.
Entrei na metade do show do Lunática. Mas esse eu tiro de letra. Já vi os meninos de Taubaté ao vivo e sei como é a energia no palco. O Cris com aqueles cabelos que agitam junto com ele empolgam a galera. E dava pra ver, ali do cantinho da porta que o pessoal tava olhando com aquele ar de curiosidade. Acho que os garotos se empolgaram tanto que rolou até uma prévia de um discurso engajado, mas isso deu apenas mais um toque à apresentação. O som tava ótimo. Só vou tirar um pontinho deles porque estavam muito empolgados com o show e todo aquele lance de casa cheia, que ficaram no backstage todo o tempo. E eu ali, esperando pra dar os parabéns pela apresentação…
A próxima banda me surpreendeu. NX!Zero fez uma apresentação muito competente e que agitou o público. Segundo depoimentos eufóricos ali do meu lado “eles estão destruindo, ta foda lá na frente”, o que mostra a empatia com a galera. Fiquei muito empolgada quando ouvi todo mundo cantando junto, foi muito bom. Acho que o som estar redondinho me animou, mas mesmo assim, já baixei meus mp3, e confesso que gostei da banda. E pra quem gosta de estatística: só naquela noite a galera adquiriu 25 camisetas e 40 cds de NX Zero. Não fui a única a curtir, né?!
“Mas e agora me arrependo de cada passo que dei pra trás”, eu estava num lugar onde não via nada e me sufocando com o calor quando Killi subiu. Nada muito diferente do cd, mas o público estava empolgado mesmo aquela noite. A Mariana me impressionou com sue vocal que segura a onda perfeitinha ao vivo. Milhares de meninas ensandecidas pulavam no palco pra cantar partes das músicas. Mas os garotos também se empolgaram. Pra completar minha alegria eles ainda mandaram um Bad Religion! O que aliás, foi muito estratégico, afinal, quem não gosta de Bad Religion? Animou até quem já estava de saco cheio!
Agora sim, bandeira hasteada no palco, instrumentos trocados, tudo pronto e Sugar Kane! Nunca ouvi um som tão bom no Hangar, tudo estava perceptível e a altura das guitarras era perfeita. Tudo bem, eu posso babar um pouquinho, vai. Não preciso dizer que foi o melhor show da noite. Com uma relação bem legal com o público, Capilé deixou todo mundo louco e cantando tudo com a banda! Muitos garotos tentando roubar os microfones, outros tantos se jogando lá de cima. Estava claro que o ânimo do público contagiou a banda que fez uma apresentação muito cheia de energia. Lembraram, claro, dos casais apaixonados, e mandaram as músicas mais nãnãnãs do mundo, o que foi péssimo pra quem estava sozinho. E fizeram questão de convidar os acanhados pra ter sua vez na roda. Dava pra ver a felicidade na cara de cada um no palco. Só trabalho dobrado pro Edgar e pro Daniel, que ficaram se matando pra evitar que fossem levados os microfones e os músicos pro chão.
E pra fechar a noite, Aditive. Talvez pelo show do Sugar Kane ter sido tão bom, a apresentação ficou meio apagada. A galera parecia cansada depois de tanta energia com SK. Mas mesmo assim a banda foi até o fim, e revelou duas boas surpresas. A primeira foi uma música nova. O disco que sai do forno no começo de 2004 já mostrou que vai repetir o sucesso de “Trilha sonora pra ninguém especial”. Bem, eu vou comprar o meu assim que sair. A segunda foi a participação especial de Capilé cantando “My Hero”, que, aliás, foi linda!
O show terminou mas a noite continuou na Vila Madalena. Mas isso é outro assunto. Quem quiser conferir a SK/ADTV Tour 2003, dia 26 de outubro, aqui em Caçapava tem show marcado. Ainda não sei quais serão as bandas que tocarão com eles, mas garanto dois bons shows.
Keep rockin’ babies. See ya soon. []’s Little Mary.
Para conhecer mais sobre as bandas dessa coluna, acesse:
Lunática – www.lunatica.kit.net
NX!Zero – ainda em construção, eu aviso depois.
Killi – www.killi.com.br
Sugar Kane – www.sugarkane.com.br
Aditive– www.aditive.net

Hoje eu assisti à biografia do Vincent Price. E se teve alguém que soube levar uma boa vida foi esse cara. Ele era inteligente, carismático, levou seus relacionamentos à sério, era amante de arte, financiou galerias, fez quase 100 filmes e mais de 2000 aparições na televisão! Além disso, fez muitos projetos com os filhos. Livros de culinária com a esposa. Narrou a primeira animação do Tim Burton - que por acaso se chamava "Vincent".
E até memso ele, que fez tudo isso e mais um bilhão de coisas é lembrado como um simples ator exagerado de filmes de terror gótico, o que será de mim? Eu que sou filha do meu pai, que trabalho muito de vez em quando, que ainda alimento um amor platônico na minha idade, que estou me prendendo com todas as forças na minha adolescência... Dá até medo de pensar.
Mas ao contrário do que parece eu não to deprimida não. Ao contrário de ontem, que eu estava um lixo. Hoje eu acordei com o sentimento de que as coisas podem dar certo ainda. Mas, o mais importante é que esto sentindo de verdade que o planejado nem sempre é o melhor. Tá bem, eu já me explico. Eu planejo muito sobre tudo. E eu to gostando da sensação de liberdade de não planejar. Sei que vai passar em algumas horas, mas por enquanto está lindo e colorido!
Além disso hoje estou a pessoa mais regular do mundo. Sem sentimentos viscerais, sem agonias profundas, sem alegrias sublimadas. Hoje eu só acordei com dor de garaganta, tomei um café quente e me senti bem. O que poderia ser mais gratificante depois de duros dias? Que confortável é se sentir parte das coisas que estão acontecendo à todo momento.
Duvido que Mr. Price acordava planejando seus passos. Ele simplesmente embarcava em idéias que poderia lhe dar diversão e retorno financeiro. Vai dizer que ele estava errado? E pra falar a verdade, e daí se acham que ele foi um simples ator exagerado de filmes de terror gótico. Ele foi um cara que viajou por todos os lugares que quis, teve três grandes amores, filhos que o amam, colecionou todas as obras de arte que gostou, fez filmes que o divertiram, fez peças de teatro que lhe deram prazer e morreu feliz depois dos 80 anos de vida.
Pra que mais?
Keep rockin' babies. See ya next post. ^^*
Só uma declaração à fazer:
ele é fofo!
Elô! Desculpa, mas eu não resisti! Ele é fofo memso. A thá viu! hahahahha Keep rockin' babies. See ya next post!
Estou aqui escrevendo. Cartas de amor? Desabafos inúteis? Só o efeito do álcool? Enfim... Estou escrevendo. E pensando em possibilidades. Tudo em que penso ultimamente são essas malditas possibilidades. Elas me acordam, tomam café da manhã comigo, trabalham comigo e memso asism ainda não fazem parte de mim.
Ridículo pensar nesse sentimento de posse mesquinho e pequeno. Tão frustrante, mas tão confortável. O engraçado é que quando me sinto realmente perto dessas possibilidades, tudo fica mais colorido, tudo tem vida e todas as outras coisas passam a fazer sentido. Por outro lado, quando tento me afastar desses devaneios todos, fica um vazio. Acredito que por pura inocência preservo o lugar deles na minha mente, na minha vida.
Quando eu quis ser perdoada eu queria que fossem embora todos aqueles arrependimentos de nunca ter feito o que eu queria. Queria que sumisse toda a frustração pelo que eu sinto e nõa quero sentir. Apagar da lembrança todas as vezes que eu te machuquei de propósito e me feri logo em seguida, tudo em nome de algo que nunca acontecerá.
Mas que culpa as possibilidades têm? Sou eu quem penso nelas. Elas não se preocupam comigo. E pra mim são tão especiais e acolhedoras, que eu não quero que nada as estrague. São minhas, é o meu egoísmo que as mantém aqui. Eu fico mais perto, finjo que esqueço, crio novidades, e está tudo sempre perfeito. É clichê, mas a perfeição está nisso tudo, nesse caos.
Tá, isso é só mais uma declaração. De amor pelas possibilidades, de medo do que eu não tenho certeza e de tudo mais a quem interessar. Agora minha mente está divagando entre algumas sacanagens e outras coisas mais puras. Vou me perder nisso tudo e descansar até mais tarde.
See ya next post babies...
Eu sei que demorei muito pra atualizar. mas eu estava resolvendo algumas questões antes de me pronunciar. Acho que de vez em quando, mesmo eu, a rainha da impulsividade, preciso de um freio. E tem que ser desses que eu mesma me imponho. Tá, sei que pode parecer ridículo, eu, a virginiana, ser impulsiva. Mas quando me decido nada me convence do contrário, e eu sei que acabo fazendo bobagem...
Se bem que bobagem é tudo que eu tenho pensado nos últimos tempos. Muita bobagem. E muita sacanagem. I've been pretty nasty lately. E eu não estou desgostando do asusnto. Ao contrário, estou adorando a tentação do que não se pode fazer e do que você nunca tentou antes. Tá tudo extremamente vermelho pra mim, e tá difícil segurar a minha onda. às vezes começa com um pensamento bobo, outras por causa de um cheiro, ou uma palavra que lembre algo.
Calma, não estou me tornando uma obsecada. É só uma fase. E eu queria ter certeza do que estou sentindo, apenas pra poder lidar com a situação. E eu já sei que não vou mais poder fugir disso tudo. Simplesmente porque eu não quero. Faz parte de mim e eu não preciso ter vergonha de nada que passa pela minha cabeça. Afinal não é nada que envolva animais ou crianças!
O que me leva à um ponto crucial. Onde começo a incomodar as pessoas. e eu já passei desse limite uma vez, e acho que não vale à pena. Definitivamente existem coisas mais importantes. Apesar de eu sentir intensamente, de querer obsessivamente, de desejar... Não posso ter. Mas isso não é frustrante. Porque até onde sei, convivemos com isso o tempo todo. É apenas mais uma coisa a guardar só pra mim.
Mais uma peça pra minha coleção de "pseudo-frustrações bem sucedidas". Meus pequenos tesouros que ninguém nunca vai poder sujar, quebrar, distorcer e muito menos usar contra mim. Isso me dá um tipo de poder. Me faz sentir muito bem. E é assim que vai ser por enquanto.

See ya next post babies. ^^*
Eu estou escutando a mesma música, de novo e de novo, sem parar, quase num transe e eu não quero sair dele. Há tempos que eu não sentia isso. Tudo anda tão corrido, e eu me preocupando cada vez mais com tanta bobagem, que tinha simplesmente esquecido como é me sentir assim.
Estou muito bem, obrigada. Pelo menos nesses momentos que a música começa de novo. Muitas coisas me vêm à mente. Coisas doces, amargas, sem sabor, coisas quentes ou frias. Um arrepio... E eu sou eu de novo. Talvez esse seja o único momento de lucidez que eu tenha pelos próximos dias. E eu vou guardá-lo como meu tesouro mais querido.
E você? Quem é você que se mete assim na minha vida? Que me faz pensar essas coisas de novo? Por quê? Tudo bem, eu sabia que isso ia acontecer de novo, mas o que me agrada é que dessa vez eu sinto diferente. Eu não sou mais uma criança insegura que nunca enxerga onde pisa. Vou indo até onde der. Mas vou manter uma distância segura do final do caminho.
Eu já sei que dói, e que pode ser muito ruim. Mas memso asism continua sendo tentador. Agora tenho coisas a carregar. Estou só preocupada. E ainda ouvindo a mesma música. Não vou deixar as coisas irem pelo lado errado. E não vai ser só por mim. às vezes a gente tem que admitir que está tudo fodido e que vai ser preciso levantar mesmo asism.
Irônico falar de coisas tão boas, mas que podem acabar comigo de novo. Saber que eu já vi esse filme é particularmente agradável.
See ya...
